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remesas de cocaína, influenciadora, tráfico de drogas
12 de outubro de 2026 às 02:15 • 1 min de leitura • 1 fonte

Influenciadora é presa por suspeita de elo com máfia italiana

Influenciadora é presa por suspeita de elo com máfia italiana Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integra…

Influenciadora é presa por suspeita de elo com máfia italiana
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  • 1Influenciadora é presa por suspeita de elo com máfia italiana Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
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Influenciadora é presa por suspeita de elo com máfia italiana Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: IG. Categoria informada pela fonte: remesas de cocaína, influenciadora, tráfico de drogas.

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Texto da cobertura original • por IG

influenciadora digital Paula Simões AssisiReprodução A influenciadora digital Paula Simões Assisi, de 34 anos, é investigada pela Polícia Federal sob suspeita de assumir parte das operações de tráfico internacional de cocaína ligadas à ‘Ndrangheta depois da prisão do marido, Patrick Assisi, em 2019. Novos detalhes da investigação foram exibidos pelo Fantástico neste domingo (11). Segundo a apuração apresentada pelo programa, Paula teria passado a atuar ao lado do advogado Patrick Raasch Cardoso na organização de remessas da droga para a Europa. Os dois foram presos em 17 de setembro, durante a Operação Eredità, conduzida pela PF com autoridades italianas. A investigação associa a estrutura criminosa a pelo menos 11 apreensões realizadas entre 2019 e 2020, que somaram mais de 4,6 toneladas de cocaína. A defesa de Paula nega as acusações. Os advogados afirmam que nenhuma droga foi encontrada com ela e contestam a conclusão de que a influenciadora tenha assumido atividades criminosas depois da prisão do marido. Bilhetes teriam mantido ordens após prisão Patrick Assisi e o pai, Nicola Assisi, foram presos em julho de 2019, em Praia Grande (SP). Autoridades brasileiras e italianas apontam os dois como integrantes da ‘Ndrangheta, organização criminosa originária da Calábria, no sul da Itália. A investigação sustenta que parentes e pessoas próximas deram continuidade às operações após as prisões. O Fantástico mostrou bilhetes que teriam sido enviados por Patrick de dentro da prisão. Em uma das mensagens, segundo a reportagem, ele orientava Paula a cobrar valores de pessoas ligadas ao grupo. A PF também encontrou diálogos sobre fornecedores, pagamentos e transporte de cocaína. Em uma das conversas interceptadas, Paula teria negociado o envio de cerca de 400 quilos da droga par

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