‘Não quero mais ‘pou-pou’’: mães de crianças feitas reféns em CMEI de Curitiba relatam como filhos reagiram ao trauma
‘Não quero mais ‘pou-pou’’: mães de crianças feitas reféns em CMEI de Curitiba relatam como filhos reagiram ao trauma Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumariza…
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- 1‘Não quero mais ‘pou-pou’’: mães de crianças feitas reféns em CMEI de Curitiba relatam como filhos reagiram ao trauma Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
- 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
- 3Fonte da materia: G1.
‘Não quero mais ‘pou-pou’’: mães de crianças feitas reféns em CMEI de Curitiba relatam como filhos reagiram ao trauma Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1. Categoria informada pela fonte: g1.
Veja movimentação policial e explosões durante resgate de crianças reféns em Curitiba Dificuldade para dormir, medo e lembranças do ataque. Esses são alguns dos comportamentos relatados por mães das crianças que foram mantidas reféns por cerca de três horas e meia dentro de um Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI), em Curitiba, na sexta-feira (9). Os relatos mostram como os pequenos reagiram após serem resgatados. Os 13 alunos estavam fantasiados para uma comemoração do Dia das Crianças quando um homem armado com uma faca invadiu a unidade, no bairro São Braz, e os manteve reféns. Segundo a Polícia Militar (PM-PR), o suspeito também espalhou combustível pelo local e ameaçou colocar fogo. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp O filho de Giovana Lima, de 3 anos, era uma das crianças e usava uma fantasia de Homem-Aranha no dia. Em entrevista à RPC, afiliada da TV Globo, a mãe contou que a roupa dele estava com cheiro de gasolina após o resgate. Giovana também relatou que o menino teve dificuldade para dormir e passou a repetir palavras e frases relacionadas ao que viveu dentro da creche. "Para dormir, ontem ele não quis. Ele veio mais para perto de mim e ficou repetindo as palavras de 'janela', 'o homem bateu no amiguinho', 'pou, pou, eu não quero mais pou'. O 'pou' dele são os tiros, né?", contou. Crianças foram resgatadas após ficaram horas como reféns Fotos: Tony Mattoso/RPC | Reprodução A filha de Camila Silva, de 2 anos e 11 meses, também apresentou mudanças de comportamento depois do ataque. Segundo a mãe, a menina passou a fechar as portas de casa e pedir que as pessoas ficassem em silêncio. "Ela tá muito apavorada. Não sei se vou mandar ela para a escola porque ela fecha as portas, fala pra gente ficar bem quietinho, grita, chora", relatou Camila. ➡️ O g1 não
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‘Não quero mais ‘pou-pou’’: mães de crianças feitas reféns em CMEI de Curitiba relatam como filhos reagiram ao trauma Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1. Categoria informada pela fonte: g1.
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