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21 de setembro de 2026 às 18:41 • 1 min de leitura • 1 fonteAM

MPE pede afastamento de presidente da Aadesam em meio a investigação sobre suposto uso do órgão para favorecer candidato ao governo do AM

MPE pede afastamento de presidente da Aadesam em meio a investigação sobre suposto uso do órgão para favorecer candidato ao governo do AM — publicada por G1 AM. Confira a integra n…

MPE pede afastamento de presidente da Aadesam em meio a investigação sobre suposto uso do órgão para favorecer candidato ao governo do AM
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  • 1MPE pede afastamento de presidente da Aadesam em meio a investigação sobre suposto uso do órgão para favorecer candidato ao governo do AM — publicada por G1 AM.
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MPE pede afastamento de presidente da Aadesam em meio a investigação sobre suposto uso do órgão para favorecer candidato ao governo do AM — publicada por G1 AM. Confira a integra na fonte original.

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Texto da cobertura original • por G1 AM

Ministério Público Eleitoral pede afastamento do diretor-presidente da Aadesam O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu ao Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) o afastamento cautelar de William Abreu, presidente da Agência Amazonense de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental (Aadesam), após apontar que a entidade não teria comprovado o cumprimento de uma decisão judicial relacionada a desligamentos e contratações de funcionários. O pedido foi apresentado na sexta-feira (18), em processo que apura possível abuso de poder político e de autoridade durante as eleições 2026. A decisão sobre o afastamento ainda cabe ao TRE-AM. Uma operação foi realizada em 3 de setembro, no âmbito da investigação que apura o suposto uso da estrutura do Governo do Amazonas em benefício da campanha à reeleição do governador Roberto Cidade (União Brasil). Além do governador, os relatórios citam o vice-governador Serafim Corrêa (PSB), que integra a chapa à reeleição, e William. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp No pedido de afastamento, o MPE argumentou que a permanência do dirigente no cargo constituiria obstáculo para que a ordem judicial fosse cumprida e determinou que o afastamento permaneça até a posse dos eleitos. A decisão também determina que a Aadesam indique, em 24 horas, um substituto sem vinculação político-partidária com o pré-candidato. Presidente da Aadesam, William Abreu. Divulgação O MPE pediu ainda que, caso o afastamento não seja concedido imediatamente, o dirigente seja intimado a se justificar em 24 horas, com advertência de que a persistência do descumprimento poderá resultar no afastamento e no aumento da multa. Até a publicação desta reportagem, o documento analisado registra apenas o pedido do Ministério Público Eleitoral. Não há, nele, decis

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