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economia
12 de outubro de 2026 às 08:48 • 1 min de leitura • 1 fonte

Extremos climáticos na Europa encarecem alimentos e pressionam contas públicas

Extremos climáticos na Europa encarecem alimentos e pressionam contas públicas Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao…

Extremos climáticos na Europa encarecem alimentos e pressionam contas públicas
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  • 1Extremos climáticos na Europa encarecem alimentos e pressionam contas públicas Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
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Extremos climáticos na Europa encarecem alimentos e pressionam contas públicas Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: Veja. Categoria informada pela fonte: economia.

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Texto da cobertura original • por Veja

Um estudo realizado pela Agência Europeia do Ambiente (AEA) aponta que os eventos climáticos extremos provocaram perdas de 822 bilhões de euros na Europa entre 1980 e 2024. Dados também atribuídos ao centro de pesquisas Bruegel mostram como o calor e a seca pesam sobre a economia: em 2026, a onda de calor provocou prejuízos estimados em 15 bilhões de euros na França, enquanto os incêndios causaram perdas de 3,3 bilhões de euros na Espanha.

Com 9% do território europeu e do Reino Unido sob seca extrema, os danos vão além das lavouras. A redução das colheitas encarece os alimentos, pressiona as margens de supermercados e restaurantes e exige gastos públicos com socorro aos produtores, indenizações e recuperação de infraestrutura.

Áustria, França, Hungria e Itália mantêm fundos específicos para desastres climáticos, enquanto os demais países dependem de ajustes no orçamento, que podem atrasar a liberação de recursos. Para o período de 2028 a 2034, estão projetados 5 bilhões de euros em fundos de auxílio. O custo de um verão de calor intenso, porém, pode continuar aparecendo nas contas públicas e no bolso dos consumidores durante anos.

Para os governos, o desafio é atender às emergências sem comprometer outras despesas. Quando não há uma reserva para desastres, o socorro aos agricultores e a reconstrução de áreas atingidas disputam recursos com os serviços públicos. Ao mesmo tempo, a queda da produção pode reduzir a arrecadação, apertando o orçamento justamente quando cresce a necessidade de gastar.

Trecho exibido com crédito à fonte original.

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  • 1Veja↗ veja.abril.com.brAbrir na fonte

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