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Fósseis guardados há 100 anos revelam espécie parecida com cavalo

Fósseis guardados há 100 anos revelam espécie parecida com cavalo Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto int…

Fósseis guardados há 100 anos revelam espécie parecida com cavalo
preservados em universidades, fósseis préhistóricos, argentina, patagônia, paleontologia, novas esp…
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  • 1Fósseis guardados há 100 anos revelam espécie parecida com cavalo Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: IG.

Fósseis guardados há 100 anos revelam espécie parecida com cavalo Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: IG. Categoria informada pela fonte: preservados em universidades, fósseis préhistóricos, argentina, patagônia, paleontologia, novas esp….

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Texto da cobertura original • por IG

As mandíbulas medem menos de 5 centímetros e pertenceram a animais similares a cervos ou cavalos do tamanho de coelhosDivulgação/CONICEF-Argentina Um estudo sobre mandíbulas esquecidas há mais de 40 anos em museus revelou dois animais estranhos que habitaram a América do Sul há milhões de anos e eram totalmente desconhecidos pela ciência até então. Segundo informações divulgadas pela CONICET (Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas), da Argentina, as mandíbulas pequenas do tamanho de um dedo humano pertenceram a espécies herbívoras, com aparência de um cavalo ou cervo e tamanho de um coelho ou de um gato doméstico. A descoberta resolve uma incógnita de mais de 100 anos da paleontologia, que não conseguia categorizar o animal com precisão a partir dos fósseis justamente devido a anatomia peculiar que ele apresentava. Os fósseis pertenciam ao catálogo de dois museus durante as décadas de 1960 e 1980, onde ficaram esquecidos, mas foram preservados pelas instituições responsáveis pelos acervos: a Universidade Nacional de La Plata e a Universidade Nacional da Patagônia San Juan Bosco (UNPSJB). Segundo o estudo de Javier Gelfo e Guillermo López, isso ocorreu porque as mandíbulas pertenceram, na verdade, a duas diferentes espécies. O estudo foi publicado na revista científica Biological Journal of the Linnean Society, em outubro de 2026, com o título "Untangling the diversity of the South American native ungulates Adianthidae and Indaleciidae". Conforme Javier Gelfo, a pesquisa iniciou com uma revisão das famílias Adianthidae e Indalaciidae, cujas linhas evolutivas ainda apresentam lacunas. Ao longo do trabalho, a dupla identificou materiais classificados incorretamente ou esquecidos, o que levou à descoberta. Caminhavam na ponta dos dedos Uma informação p

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