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12 de outubro de 2026 às 11:29 • 1 min de leitura • 1 fonte

Área ténica do TSE não encontra conteúdos falsos investigados pela Corte no canal 'Exército do Lula', mas aponta riscos eleitorais

Área ténica do TSE não encontra conteúdos falsos investigados pela Corte no canal 'Exército do Lula', mas aponta riscos eleitorais Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servic…

Área ténica do TSE não encontra conteúdos falsos investigados pela Corte no canal 'Exército do Lula', mas aponta riscos eleitorais
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  • 1Área ténica do TSE não encontra conteúdos falsos investigados pela Corte no canal 'Exército do Lula', mas aponta riscos eleitorais Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: G1.

Área ténica do TSE não encontra conteúdos falsos investigados pela Corte no canal 'Exército do Lula', mas aponta riscos eleitorais Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1. Categoria informada pela fonte: g1.

Matéria
Texto da cobertura original • por G1

O relatório da equipe técnica do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), feito por determinação do presidente da Corte, ministro Nunes Marques, aponta que não foram encontradas publicações com informações falsas no canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, neste mês de outubro. O documento, no entanto, alerta para riscos de disseminação em massa de mensagens às vésperas do segundo turno das eleições. "Não foram localizadas novas publicações que reproduzam os conteúdos examinados nos autos [notícias falsas alvos de decisões do TSE] ressalvando o conteúdo de vídeos que, pela urgência, não foram transcritos", diz o relatório. Coordenado pelo deputado eleito André Janones (Rede-MG), o canal tem mais de 3 milhões de inscritos. O objetivo é compartilhar áudios, vídeos e orientações para apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL) disputam a Presidência da República no segundo turno das eleições deste ano, marcado para 25 de outubro. Disputa no TSE O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, suspendeu no domingo (11) a ordem de Nunes Marques, e reabilitou o funcionamento do canal de WhatsApp. A nova decisão é preliminar e deverá ser discutida pelo plenário do TSE. Apesar da decisão de manter o funcionamento do canal, Cueva determinou que não será permitido a vinculação de conteúdos falsos que já foram analisados pelo TSE e, em caso de descumprimento, poderá suspender novamente a página. Após o impasse, Nunes Marques determinou que a área técnica do TSE responsável pelo enfrentamento à desinformação analisasse o conteúdo do canal com “máxima urgência”. O documento deveria apresentar “elementos técnicos disponíveis que possam contribuir para a avaliação dos riscos à integridade do processo eleitoral”.

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