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23 de setembro de 2026 às 15:15 • 1 min de leitura • 1 fonteCE

Caso Isabelle Caracristi: apartamento foi limpo e colocado à venda e familiares da jovem foram proibidos de entrar no prédio após a morte, diz polícia

Caso Isabelle Caracristi: apartamento foi limpo e colocado à venda e familiares da jovem foram proibidos de entrar no prédio após a morte, diz polícia — publicada por G1 CE. Confir…

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  • 1Caso Isabelle Caracristi: apartamento foi limpo e colocado à venda e familiares da jovem foram proibidos de entrar no prédio após a morte, diz polícia — publicada por G1 CE.
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Caso Isabelle Caracristi: apartamento foi limpo e colocado à venda e familiares da jovem foram proibidos de entrar no prédio após a morte, diz polícia — publicada por G1 CE. Confira a integra na fonte original.

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Texto da cobertura original • por G1 CE

Caso Isabelle Caracristi: apartamento foi limpo e colocado à venda após a morte da jovem. O apartamento onde a universitária Isabelle Caracristi morava com o namorado João Munhoz Neto foi limpo e colocado à venda no dia seguinte à morte da jovem. Isabelle foi encontrada morta no dia 13 de setembro, em um condomínio no bairro Aldeota, em Fortaleza. As informações foram repassadas, nesta quarta-feira (23), por Márcio Gutiérrez, delegado geral da Polícia Civil do Ceará. O namorado dela, João Munhoz Neto, foi preso nesta terça-feira (22). Ele passou por audiência de custódia nesta quarta, e a Justiça manteve a prisão preventiva. Ele é suspeito de violência psicológica contra a namorada e de indução ao suicídio. ✅ Clique e siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp Gutiérrez revelou também que João proibiu a entrada de familiares de Isabelle no condomínio após a morte. “O irmão [de João] compareceu ao imóvel. Teve essa informação que foi prestada em depoimento de que ele teria mandado limpar o apartamento e depois colocou à venda já no dia seguinte ao fato”, comentou o delegado geral. “A Polícia Civil iniciou as investigações e já percebeu que a postura do João era uma postura não colaborativa. Em nenhum momento o João se colocou à disposição para os esclarecimentos dos fatos”, explicou o chefe da Polícia Civil. O delegado geral disse ainda que a Polícia Civil investiga se houve algum tipo de destruição de provas ou sonegação de informações. “O João compareceu no dia seguinte ao condomínio, procurou o celular da Isabelle no local onde teve a queda. Todas essas informações são de testemunhas que estão nos autos. Ele não forneceu qualquer tipo de informação onde poderia ser encontrado, ele saiu do condomínio levando malas inclusive, não forneceu essas informações necessárias para qu

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