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rio de janeiro
12 de outubro de 2026 às 16:17 • 1 min de leitura • 1 fonteRJ

Ex-subprefeito abre o verbo em livro: 'O Rio precisa ser resgatado'

Ex-subprefeito abre o verbo em livro: 'O Rio precisa ser resgatado' Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto i…

Ex-subprefeito abre o verbo em livro: 'O Rio precisa ser resgatado'
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  • 1Ex-subprefeito abre o verbo em livro: 'O Rio precisa ser resgatado' Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: O Dia.

Ex-subprefeito abre o verbo em livro: 'O Rio precisa ser resgatado' Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: O Dia. Categoria informada pela fonte: rio de janeiro. Localidade informada pela fonte: RJ, Brasil.

Matéria
Texto da cobertura original • por O Dia

A política no Brasil é desafiadora, principalmente para quem entra nela disposto a fazer diferente e lutar, de fato, pelo povo. Quem está lá dentro sabe o quanto o jogo é duro. Se estiver atrelado a omissões e interesses particulares, o cenário se torna ainda pior. O que se vê no Rio de Janeiro é decepcionante: como permitir que territórios ocupados pelo crime se consolidem a ponto de o próprio Estado não conseguir desfazê-los? Para o ex-subprefeito Thiago Barcellos, a resposta está nos gabinetes, nas omissões e interesses políticos que alimentam uma engrenagem complexa de poder. É esse funcionamento por dentro da máquina pública que Barcellos se propõe a revelar em 'Cidade Refém — Facções, milícias e políticos: O Rio foi sequestrado'da editora Albatroz, que acaba de ser lançado. Subprefeito do Centro e da Barra da Tijuca entre 2009 e 2017, o autor transforma sua experiência na administração pública em um mapa dos bastidores do poder carioca. No livro, relata operações que provocaram interferências e pedidos para que determinadas ações fossem interrompidas. Conta, por exemplo, que, depois de fechar estacionamentos irregulares no Centro, foi procurado por políticos; que a interdição de um bar na Lapa e um clube clandestino na Barra provocou uma sucessão de ligações. "Não era o crime que me ameaçava, era o sistema político", escreve. Para ele, os criminosos armados eram apenas a face visível do problema; os obstáculos mais difíceis surgiam em reuniões, gabinetes e decisões tomadas dentro da própria estrutura institucional. Ao longo da obra, o ex-subprefeito tenta organizar aquilo que, na visão dele, funciona como uma espécie de organograma informal do crime. O ponto de partida é o território. Facções e milícias ocupam áreas, exploram a construção e a venda de imóveis, cob

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  • 1O Dia↗ odia.ig.com.brAbrir na fonte

    Ex-subprefeito abre o verbo em livro: 'O Rio precisa ser resgatado' Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: O Dia. Categoria informada pela fonte: rio de janeiro. Localidade informada pela fonte: RJ, Brasil.

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