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12 de outubro de 2026 às 18:36 • 1 min de leitura • 1 fonte

Conheça os monumentos à paz e às vítimas da ditadura em Goiânia

Conheça os monumentos à paz e às vítimas da ditadura em Goiânia Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integ…

Conheça os monumentos à paz e às vítimas da ditadura em Goiânia
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  • 1Conheça os monumentos à paz e às vítimas da ditadura em Goiânia Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
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Conheça os monumentos à paz e às vítimas da ditadura em Goiânia Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: IG. Categoria informada pela fonte: homenagem.

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Texto da cobertura original • por IG

Monumentos no Bosque dos Buritis homenageam luta contra a ditadura e união dos povosAlex Malheiros Uma ampulheta que guarda terras de diferentes países e uma esfera de aço que homenageia 15 mortos e desaparecidos políticos ligados a Goiás fazem parte da paisagem do Bosque dos Buritis e de seu entorno, no Setor Oeste, em Goiânia. São o Monumento à Paz Mundial, criado pelo artista plástico Siron Franco, e o Monumento aos Mortos e Desaparecidos na Luta Contra a Ditadura Militar, do arquiteto Marcus Sales Gebrim. Suas formas e materiais carregam significados que ajudam a compreender as duas obras. Dentro do bosque, o Monumento à Paz Mundial tem aproximadamente cinco metros de altura e pesa cerca de 50 toneladas. Feita de concreto e vidro, a estrutura concebida por Siron reúne porções de solo de diferentes partes do mundo, em uma representação da possibilidade de convivência pacífica entre os povos. Na parte central, compartimentos de vidro separados por faixas coloridas abrigam amostras de terra dos cinco continentes. Um compartimento maior contém solos misturados. A reunião dessas terras materializa a ideia de uma humanidade que compartilha o mesmo planeta, enquanto o formato de ampulheta remete à urgência de alcançar a paz.Uma ampulheta que guarda terras de diferentes países no centro do Bosque dos BuritisAlex Malheiros A obra foi encomendada pela Comunidade Internacional Bahá’í, ligada à religião que defende a unidade da humanidade. Na estrutura, uma inscrição apresenta uma mensagem de Bahá’u’lláh, fundador da fé, sobre a Terra como um único país e os seres humanos como seus cidadãos. A ampulheta não foi a primeira solução imaginada pelo artista, mas a forma final veio através de um período de pesquisa e estudo. O monumento foi inaugurado em 20 de setembro de 1988, dur

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