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13 de outubro de 2026 às 02:00 • 1 min de leitura • 1 fonte

Ele transformou a paixão pelo futebol em fábrica de bandeirões que fatura R$ 40 mil por mês

Ele transformou a paixão pelo futebol em fábrica de bandeirões que fatura R$ 40 mil por mês Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel …

Ele transformou a paixão pelo futebol em fábrica de bandeirões que fatura R$ 40 mil por mês
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  • 1Ele transformou a paixão pelo futebol em fábrica de bandeirões que fatura R$ 40 mil por mês Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
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Ele transformou a paixão pelo futebol em fábrica de bandeirões que fatura R$ 40 mil por mês Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1. Categoria informada pela fonte: g1.

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Texto da cobertura original • por G1

De torcedor a empresário: o negócio por trás dos bandeirões Para muitas torcidas, o bandeirão é mais do que um adereço de arquibancada. É símbolo de identidade, pertencimento e apoio ao time. Foi justamente a partir dessa paixão que o empreendedor Rogério Maldonado, conhecido como Bambu, construiu um negócio especializado na fabricação de bandeiras gigantes para estádios. Em Diadema, na Grande São Paulo, ele comanda uma empresa que hoje produz peças para clubes, federações, patrocinadores e eventos corporativos. "É a bandeira que representa a torcida no estádio, é o estandarte. Quando o time entra em campo daquele bandeirão, abre uma coisa que deslumbra, que mexe com os sentimentos dos torcedores e dos jogadores também", afirma o empreendedor. A trajetória começou de forma improvisada. Torcedor apaixonado, Rogério nunca havia confeccionado uma bandeira quando surgiu a necessidade de produzir uma para sua própria organizada. Com experiência em maquiagem artística e trabalho manual, decidiu encarar o desafio. Torcedor cria fábrica de bandeirões e fatura R$ 40 mil por mês Reprodução/PEGN "Quando a minha torcida precisou de uma bandeira de imediato, eu falei: 'eu vou pintar'. Já tinha técnica de pincel e conhecimentos de arte final. Comprei o pano, desenhei e pintei a bandeira para a torcida", relembra. O trabalho chamou atenção e logo veio uma encomenda inesperada: um cliente da Califórnia, nos Estados Unidos, procurou Rogério para fazer uma bandeira. Depois de concluir o projeto, ele publicou o resultado nas redes sociais e percebeu que havia demanda para o serviço. "Eu postei no Instagram a bandeira que tinha feito para a Califórnia. Aí os amigos começaram a perguntar: 'você está fazendo bandeira agora também?'. Foi ali que eu descobri que dava para fazer disso um negó

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