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12 de outubro de 2026 às 06:00 • 1 min de leitura • 1 fonteRR

Experiência e hábito

Experiência e hábito Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos…

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  • 1Experiência e hábito Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: Folha BV.

Experiência e hábito Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: Folha BV. Categoria informada pela fonte: colunas. Localidade informada pela fonte: RR, Brasil.

Matéria
Texto da cobertura original • por Folha BV

Você se lembra do seu tempo de criança? Eu me lembro de tanta coisa boa, que não consigo tirá-las dos pensamentos. Até mesmo as coisas não tão agradáveis assim, permanecem, mas sem me trazerem incômodos. Ainda rio quando me lembro do dia em que eu não tinha mais de dez anos de idade. Às escondidas dos meus pais, saí com uns coleguinhas e resolvi montar no cavalo. E foi só o cavale se mexer, caí. E acreditem, na queda fraturei a clavícula. Os coleguinhas correram num alarde, e chamaram minha mãe. Ela chegou e eu fiquei fingindo estar tudo bem. Mas, ela já me conhecia e falou: “Não é à toa que eu digo que você é comunista. Só faz besteira”. Desculpem-me, os senhores comunistas, mas era isso que ela falava com os travessos. A verdade é que ela não tinha a verdadeira noção do que era ser comunista. Mas, já era finalzinho da II Guerra Mundial. E tudo que acontecia naqueles momentos e parecesse anormal, era considerado comunismo. E isso na década dos anos quarentas, e eu tinha só dez aninhos de idade. E você nem imagina o quanto me faz feliz lembrar tantas travessuras que pratiquei e permanecem em minha lembrança como bons momentos. E foram mesmo, sendo considerados, à época, monstruosidades.

Semana passada, quando abri meu celular, dei de cara com uma foto que me alegrou, e muito. A foto foi feita na escada da saída de nossa casa, em são Paulo. E na foto está uma criancinha que identifiquei como eu filho Magno. Ele está, na foto, apoiado nos braços de minha mãe. E ao lado dela, meu pai. E você nem imagina a felicidade que me trazem, acontecimentos como esse. E isso porque me lembra de coisas que falo do meu pai, como sempre o vi. Ao lado de minha mãe, na foto, está a imagem de que sempre falo. Meu pai tinha cerca de um metro e oitenta de altura. Minha mãe não tinha mais de

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  • 1Folha BV↗ www.folhabv.com.brAbrir na fonte

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