'Cada dia que passa eu pioro': mulher com câncer raro luta por tratamento de R$ 6 milhões
'Cada dia que passa eu pioro': mulher com câncer raro luta por tratamento de R$ 6 milhões — publicada por G1 MS. Confira a integra na fonte original.

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Stefany Roberta foi diagnosticada com câncer raro em 2025 Arquivo pessoal A campo-grandense Stefany Roberta de Oliveira Maia, de 33 anos, vive uma corrida contra o tempo em busca de um medicamento para tratar um câncer raro de pulmão. Casada e mãe de uma menina de 3 anos, ela descobriu a doença em junho de 2025, depois de meses sentindo dores no peito e nas costas. Stefany relatou ao g1 que passou por cirurgias, quimioterapia e tratamento com medicamento oral, mas a doença continuou avançando. Agora, a família tenta conseguir o medicamento zenocotuzumabe, utilizado nos Estados Unidos e que não está aprovado no Brasil para o caso de Stefany. Para importar o tratamento, a família recebeu um orçamento de quase R$ 6 milhões e decidiu iniciar uma campanha de arrecadação. Paralelamente, tenta obter o medicamento por meio do plano de saúde e da Justiça. Dor no peito foi o primeiro sinal Segundo Stefany, as primeiras fisgadas no peito começaram no início de 2025. Como tinha próteses de silicone, ela procurou um mastologista para investigar se havia alguma alteração relacionada às mamas. Os exames realizados em fevereiro de 2025 não apontaram alterações, mas as dores continuaram. Com o passar dos meses, ela também começou a sentir dores nas costas, principalmente do lado esquerdo. Como mantinha uma rotina ativa, fazia musculação e carregava frequentemente a filha pequena no colo, Stefany acreditou que pudesse se tratar de uma lesão muscular. Ela passou a tomar medicamentos e usar pomadas em casa, mas a dor só aumentava. Stefany conta que em maio, os sintomas ficaram mais intensos. No início de junho, a dor já havia chegado a um ponto em que ela não conseguia dormir. "No começo de junho eu já não consegui nem dormir mais de tanta dor nas costas e peito. Eu tomava tudo que podia
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