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22 de setembro de 2026 às 16:46 • 1 min de leitura • 1 fonteMS

Polícia pede prisão, mas suspeito de feminicídio segue em liberdade em meio a impasse da Justiça em MS

Polícia pede prisão, mas suspeito de feminicídio segue em liberdade em meio a impasse da Justiça em MS — publicada por G1 MS. Confira a integra na fonte original.

Polícia pede prisão, mas suspeito de feminicídio segue em liberdade em meio a impasse da Justiça em MS
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  • 1Polícia pede prisão, mas suspeito de feminicídio segue em liberdade em meio a impasse da Justiça em MS — publicada por G1 MS.
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Polícia pede prisão, mas suspeito de feminicídio segue em liberdade em meio a impasse da Justiça em MS — publicada por G1 MS. Confira a integra na fonte original.

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Texto da cobertura original • por G1 MS

Mulher é encontrada morta na BR-463, em Sanga Puitã Sandro Aparecido da Silva, de 49 anos, suspeito de feminicídio contra a esposa, em Ponta Porã, está a 49 dias em liberdade, mesmo após a Polícia Civil solicitar a prisão preventiva dele. A Justiça ainda não decidiu se ele deve ou não ser preso devido a um conflito de competência entre órgãos do Judiciário sobre quem deve conduzir o processo. Segundo a Polícia Civil, Sandro é suspeito de matar a esposa, Wandete Gois da Silva, de 58 anos, atropelada com um caminhão no dia 2 de agosto, na BR-463, na região do trevo de Sanga Puitã, em Ponta Porã. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp O g1 entrou em contato com o advogado de Sandro, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Inicialmente, o caso foi tratado como homicídio culposo na direção de veículo. Com o avanço das investigações, porém, a polícia passou a investigar o caso como feminicídio. Sandro chegou a ser preso após o atropelamento, mas foi colocado em liberdade dois dias depois, sem o uso de tornozeleira eletrônica. Paralelamente à investigação sobre a morte da esposa, ele também requereu a abertura do inventário dos bens deixados por Wandete. Entenda o caso A Polícia Civil passou a relacionar Sandro ao atropelamento depois de encontrar, ao lado do corpo da vítima, um fragmento de plástico que aparentava fazer parte do para-lama de um caminhão. Duas testemunhas contaram aos investigadores que Wandete estava em um encontro de caminhoneiros com o marido. Segundo os relatos, o casal deixou o evento junto, mas não foi possível confirmar se os dois seguiram no mesmo veículo. Depois disso, ninguém mais viu a vítima. Morte de Wandete Gois da Silva em Ponta Porã é classificada como feminicídio Divulgação As testemunhas também relat

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