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22 de setembro de 2026 às 15:56 • 1 min de leitura • 1 fonteMS

Mulher é indenizada em R$ 10 mil após ter nome e fotos usados em site de serviços sexuais no MS

Mulher é indenizada em R$ 10 mil após ter nome e fotos usados em site de serviços sexuais no MS — publicada por G1 MS. Confira a integra na fonte original.

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Texto da cobertura original • por G1 MS

TJMS em Campo Grande. Reprodução Uma mulher que teve o nome, fotos, telefone e endereço usados sem autorização em anúncios de serviços sexuais será indenizada em R$ 10 mil por danos morais. A decisão unânime foi publicada nesta terça-feira (22) pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS). Segundo o processo, terceiros usaram os dados e as imagens da vítima para criar os anúncios na plataforma. Depois das publicações, ela passou a receber mensagens e contatos de pessoas interessadas nos supostos serviços. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp A mulher denunciou a fraude à plataforma, que retirou o primeiro anúncio. No entanto, novos anúncios com os mesmos dados foram publicados posteriormente. Por isso, ela precisou fazer uma nova denúncia. Agora no g1 No recurso, a empresa responsável pela plataforma afirmou que apenas hospedava conteúdos publicados por terceiros e que não poderia ser responsabilizada pelos anúncios. A empresa também afirmou ter tomado as providências necessárias depois de ser comunicada sobre a fraude. Além disso, questionou os motivos apresentados na sentença e sua responsabilidade no processo. A juíza convocada para atuar em segundo grau, Denize de Barros Dodero, rejeitou os argumentos da empresa. Segundo ela, a plataforma não pode ser responsabilizada apenas por hospedar conteúdos publicados por terceiros nem é obrigada a monitorar previamente todas as publicações. Para Dodero, depois de ser informada sobre o uso fraudulento da imagem e dos dados pessoais da mulher, a plataforma deveria ter adotado medidas para impedir que os anúncios voltassem a ser publicados. Segundo a decisão, a republicação dos anúncios após a primeira denúncia mostrou que as medidas adotadas pela empresa foram insuficientes. O tribunal também conside

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